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48 artigos publicados, do mais recente ao mais antigo.
Controle de enquadramento automatizado: arquitetura em seis camadas, regulamento traduzido em regras, pré-ordem, métricas e os erros que anulam a automação.
Back office de fundos: o que faz (liquidação, conciliação, caixa, cadastro, informes), como se organiza por porte, controles esperados e erros comuns.
Backtesting de VaR: exceções, semáforo de Basileia em 250 dias, fator de escala de 3 a 4, testes de Kupiec e de independência, P&L limpo e efetivo.
Batimento de carteira: como conciliar posições, caixa, provisões e PL entre gestora, administrador e custódia, com rotina de D+1, tolerâncias e registro.
Cálculo de cota de fundo passo a passo: precificação, provisões, performance, come-cotas, PL por classe e subclasse, cota sombra e controles contra erros.
Calendário de obrigações CVM e ANBIMA para gestoras: prazos anuais, mensais e diários da gestora e de cada classe, quem responde e que evidência guardar.
Checklist de adaptação à CVM 175 em 60 itens, por área: classes, prestadores, taxas, controles diários e informes, para verificar se a adaptação saiu do papel.
Classes e subclasses na CVM 175: o que cada nível pode ter de diferente, CNPJ e código, anexos e apêndices, quando usar e o que o controle apura.
Come-cotas: o que é, quando incide (maio e novembro), alíquotas de 15% e 20%, quem ficou sujeito com a Lei 14.754/2023, exemplo de cálculo e controles.
Como abrir uma gestora de recursos no Brasil: requisitos da Resolução CVM 21, diretores exigidos, políticas, registro na CVM, adesão à ANBIMA e primeiro fundo.
Concentração de cedente e sacado em FIDC: limites por devedor do Anexo II por público, o que o regulamento fixa para cedentes, métricas, alertas e pré-cessão.
Controle de caixa em fundos: projeção diária de entradas e saídas por classe, margens, resgates, come-cotas, cobertura de caixa, alertas e rotina.
O que a CVM 175 mudou para os FIDCs no Anexo Normativo II: varejo, subclasses, registro de direitos creditórios, papel do gestor, limites e a Res. CVM 240/26.
Desenquadramento passivo e ativo em fundos: como classificar, os prazos da CVM 175, quem comunica a CVM, o plano de ação e a evidência que a gestora guarda.
Fatores Primitivos de Risco (FPR): o que são, como mapear cada ativo, sensibilidades, vértices, exemplo numérico e uso no VaR, no estresse e nos limites.
Fiagro sob a Resolução CVM 214: o Anexo VI, fim das três espécies da Res. 39, ativos elegíveis, anexos complementares, migração até 30/09/2025 e controles.
FIDC multicedente e multissacado: oito desafios de controle em carteiras com milhares de títulos: cadastro, lastro por amostragem, registro e fraude.
Fundos de crédito privado: due diligence de emissores, monitoramento de covenants, spreads, ratings e liquidez, marcação, concentração, comitê e evidência.
Omissão de carteira na CVM 175: o que o Anexo I permite omitir no CDA, prazos por tipo de classe, os 180 dias das ações ativas e a consulta SDM 07/25.
Fundos exclusivos e previdenciários: controles (cotista único, PLD, beneficiário final, liquidez) e tributação (come-cotas desde 2024, Anexo XI da CVM 175).
Fundos multimercado: controles para derivativos e alavancagem sob a CVM 175, risco de capital, margens, exposição por fator, VaR, estresse e liquidez.
IA na gestão de fundos: onde ajuda risco e compliance, onde não substitui regras determinísticas, casos de uso, governança de modelos e roteiro de adoção.
IN RFB 2.290/2025 para fundos: e-BEF, o que o administrador informa sobre classes, subclasses e cotistas, cadeias de fundos, prazos e o papel da gestora.
Inadimplência em FIDC: faixas de atraso, índices, roll rates, safras, recompras, cobertura da PDD e da subordinação, sinais antecipados e a rotina do gestor.
Lei 14.754/2023: come-cotas nos fundos fechados, entidade de investimento, regimes próprios de FIA, FII, FIP, FIDC e ETF, estoque e o que a gestora decide.
Marcação a mercado em fundos: o que é, quem precifica, fontes por tipo de ativo, crédito sem mercado, impactos na cota e o que a gestora confere.
Middle office em gestoras: funções (risco, enquadramento, liquidez, pré-ordem), diferenças para front e back, a quem reporta e modelos por porte.
Ofícios circulares da CVM: o que são, o que valem, os que interpretam a CVM 175 (SIN, SSE e conjuntos), onde ler e a rotina de monitoramento.
Panorama dos FIDCs em 2026: PL de R$ 802,7 bi, captação de R$ 61,7 bi no ano, ofertas em alta, alerta da ANBIMA sobre informes e tendências para o controle.
Controle de fundos em planilha: sete riscos de operar uma gestora no Excel, o que a CVM e a ANBIMA esperam e a planilha não entrega, e como migrar.
PLD/FTP para gestoras: o que a Res. CVM 50 exige em política, avaliação de risco, cadastro, monitoramento e COAF, e o que mudou com a Res. CVM 245/26.
Prazo médio tributário da carteira: cálculo, o corte de 365 dias, efeito no come-cotas e na tabela regressiva e o monitoramento diário com margem.
Risco de liquidez em fundos: medição de ativo e passivo por classe, haircuts, concentração de cotistas, estresse, cobertura e as ferramentas de mitigação.
Sharpe, drawdown e volatilidade para quem controla fundos: fórmulas, anualização, armadilhas, o que cada métrica esconde e o uso na política de risco.
Software de gestão de risco e compliance para fundos: o que a CVM e a ANBIMA exigem do sistema, 12 critérios, perguntas para a demo e checklist de RFP.
Teste de estresse em fundos: o que CVM 21, CVM 175 e ANBIMA exigem, cenários históricos, hipotéticos e reversos, passo a passo, exemplo numérico e governança.
Terceirização de risco e compliance em gestoras: o que a CVM 21 e a CVM 175 permitem delegar, três modelos, riscos e como contratar bem.
Termos de compromisso da ANBIMA por enquadramento: como funciona a supervisão, o que os termos exigem (pré-trade, cadastro de limites, autonomia) e como evitar.
XML ANBIMA de fundos (Arquivo de Posição 5.0): estrutura, XSDs, tabelas nível, PL por classe e subclasse, erros mais comuns e validação em quatro camadas.
Resolução CVM 175 explicada para gestoras: estrutura da norma, anexos, prazos de adaptação, papéis de gestor e administrador, controles diários e checklist.
Auditoria interna em gestoras de fundos de investimento: diferença para compliance e auditoria independente, plano anual baseado em risco, ciclo do trabalho, follow-up de achados e como viabilizar a função em estruturas enxutas.
Guia prático de gestão de riscos e compliance para gestoras de fundos: riscos de mercado, crédito, liquidez e operacional, três linhas de defesa, política de gestão de risco, matriz de risco e os erros mais comuns em auditoria.
Guia de FIDC para gestoras: estrutura de cotas sênior, mezanino e subordinada, razão de subordinação, riscos de crédito, originação, concentração e liquidez, PDD e faixas de atraso, e os controles que a operação precisa apurar diariamente.
Regras de gestão de liquidez da ANBIMA para fundos de investimento: política, indicadores, análise do passivo, concentração de cotistas, matriz de probabilidade de resgates, stress test e os atenuantes previstos em regulamento.
O que a Resolução CVM 175 e a Resolução CVM 21 exigem em gestão de risco: política formalizada, proporcionalidade conforme o fundo, estrutura documental e o que a fiscalização pede em diligência.
Guia de limites de concentração de ativos e enquadramento de carteira sob a Resolução CVM 175: limites por emissor e modalidade, camadas de norma, regulamento e política interna, desenquadramento ativo e passivo e concentração em FIDC.
Como a Resolução CVM 175 dividiu as responsabilidades entre gestor de recursos e administrador fiduciário: enquadramento, contratação de prestadores, liquidez, classes e subclasses e o ciclo de tratamento do desenquadramento.
Guia completo de Value at Risk (VaR) para fundos de investimento: os três métodos de cálculo, fórmula com exemplo numérico, backtesting, zonas de Basileia, Expected Shortfall e por que o VaR falha em FIDCs.